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Música coreana brega pra cantar no noraebang: "Horang Nabi"

Revelarei agora uma música que nunca deixo faltar quando vou ao noraebang com os amigos. Ela se chama "Horang Nabi" (호랑나비), que significa literalmente "borboleta-tigre". Lindo, não? O autor dessa pérola se chama Kim Heung-guk, e a lançou nos anos 80. O estilo ajoshi da música é conhecido na Coreia como "trote" (트로트), e se asemelha à música brega brasileira (categoria ampla). Os ajoshis e as ajummas adoram o estilo, e sempre que tem algum festival com karaokê aberto, eles dominam no trote.


Quem me apresentou à "Horang Nabi" foi o Juliano, do saudoso Kimchi com Café. Quando cheguei em 2008, perguntei pra ele se tinha algumas músicas pra me passar, para que quando eu fosse ao karaokê já saberia cantar alguma coisa. Tinha outras breguices na lista, mas Horang Nabi marcou minha geração de brasileiros recém-chegados na Coreia, e o Juliano conseguiu fazer um bom número de discípulos, a ponto de todos cantarmos juntos a mesma música no noraebang.

Essa música é tão famosa que qualquer coreano a conhece. E se você a cantar quando for a um noraebang com coreanos, todos ficarão surpresos: "Waaaaaaaaaa!!!!!! Como você sabe essa???? Waaaaaaaaaa!!!! Jinjja jal handaaaa!!!!" E se você, além de cantar, souber dançar Horang Nabi, vai ser a alegria da coreanada. Por isso, preste a atenção na coreografia no vídeo abaixo, e aprenda a breguice.


E a letra é fácil:

호랑나비 한마리가 [horangnabi hanmariga] Uma borboleta-tigre

꽃밭에 앉았는데 [ggotbate anjanneunde] Pousou num jardim de flores

도대체 한사람도 [dodaeche hansaramdo] Mas ninguém mesmo

즐겨찾는 이 하나없네 [jeulgyeochanneun i hana eopne] Ninguém prestou atenção

하루이틀 기다려도 [ haru.iteul gidaryeodo] Ela esperou um ou dois dias

도대체 사람없네 [dodaeche saram.eopne] Mas ninguém mesmo

이것 참 속상해 [igeot cham soksanghae] Ela ficou muito chateada

속상해 못살겠네 [soksanghae motsalgenne] Não dá pra viver chateada assim

호랑나비야 날아봐 [horangnabiya narabwa] Voa, borboleta-tigre!

하늘높이 날아봐 [haneul.nopi narabwa] Às alturas do céu, voa!

호랑나비야 날아봐 [horangnabiya narabwa] Voa, borboleta-tigre!

구름위로 숨어봐 [gureumwiro sumeobwa] E se esconda acima das nuvens!

숨어봐 [sumeobwa] Se esconda!

숨을까 [sumeulkka] Será que se escondeu?

숨었다 [sumeotta] Se escondeu

Baguncinha coreana depois da janta

Na Coreia, as noitadas começam sempre com um jantar e podem terminar em: soju, noraebang (karaokê), brincadeiras ou todas as alternativas anteriores. Quando se trata de uma viagem da universidade, da empresa ou algum evento num hotel em outra cidade, é praticamente certo que a noite após o jantar seja beeeem longa.

Aqui já participei de pelo menos umas cinco viagens nas quais contrataram um "animador" bem no estilo apresentador de TV coreano, cuja missão é destravar o pessoal e fazer o maior número de pessoas presentes pagarem micos. O nível das brincadeiras variam entre ultra-infantis e X-rated. Portanto, tudo pode acontecer. TUDO. Principalmente se tais brincadeiras forem antecedidas por muito soju. Aí, meus amigos, sai de baixo. Já presenciei, por exemplo, um professor que se embebedou e saiu beijando os outros professores (homens!) e alguns alunos (homens!) na boca. Ele não é gay (porque não existe coreano gay, só moderno), tem até mulher e filhos, mas depois de uns sojus decidiu que beijar outros homens na boca fazia parte da brincadeira. (Caso estejam se perguntando: não, ele não me molestou. Consegui escapar!)

No entanto, quando o pessoal maneira na bebida e as brincadeiras não passam dos limites, dá pra se divertir e rir bastante. Semana passada participei de uma conferência em Busan com vários estudantes coreanos e estrangeiros, e após um longo e cansativo dia, terminamos com um jantar e... brincadeiras, claro!

Apesar de ser tudo muito parecido com o que eu já tinha visto antes, dessa vez teve uma brincadeira que eu não conhecia e que foi simplesmente hilária. Os escolhidos para participar tinham que gritar "ma" para a pessoa ao lado, e quem errasse ou deixasse a voz enfraquecer, saía da disputa. O vídeo abaixo mostra como foi a gritaria, com as únicas duas estrangeiras sendo minhas queridas amigas brasileiras Agatha (a carioca) e Briza (a mineira que chegou nas "quartas de final" da gritaria).


Além disso rola muita dança, porque coreano só dança em festa se estiver sob pressão. Para minha surpresa, teve um casal coreano que mandou muito bem. Bom, pelo menos eles mexeram o corpo de verdade! Rebolaram mais que muito brasileiro no carnaval! Notem que no vídeo eu estou atrás batendo palminha, aguardando minha vez.


Mas se vocês acharam que eu postaria o vídeo da minha dança, esqueçam. E acreditem: vocês não gostariam de me ver dançando. E eu preciso manter um mínimo de respeito neste blogue, senão ninguém me leva a sério mais.

Muita comida e cantoria!

O negócio é o seguinte. Com tanto texto pra ler e tanto trabalho pra fazer, eu me sinto culpado quando clico no botão "nova postagem" do Blogger. Por isso não tenho preparado nada bonitinho para postar. Mas para não dizerem que não dei sinal de vida, aí vão algumas fotos da comilança brasileira dos últimos fins de semana.

Vou começar com o fim de semana passado, quando foi White Day, o "Dia dos Namorados" em que só o homem presenteia a mulher. Levei meu parzinho de zóio puxado para comer carne de verdade numa churrascaria brasileira que abriu em Gangnam (um bairro movimentado de Seul nos fins de semana).

Propaganda. Para chegar lá, é só sair pela saída 1 da estação de Gangnam e andar uns dois quarteirões pela ruela que fica ao lado da saída. A churrascaria fica à esquerda.

Já comeu "vinagrate"?

Maionese, "vinagrate", arroz, salada...

A Ji Young horrorizou com a carne mal passada. "Esqueceram de assar!"

Lugar bacana. Meio "chicoso" demais pra mim, mas se tem uma coisa que os restaurantes, bares e cafés na Coreia se preocupam é com a decoração. O preço não é baratinho, mas vale à pena: 28.000 wons (45 reais) pelo rodízio de churrasco da melhor qualidade.
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Voltando um pouco mais, tivemos uma reuniãozinha aqui em casa, na qual a Ji Young passou por um dos testes mais difíceis que um mineiro pode aplicar: fazer pão-de-queijo! Taí a foto da pobrezinha pelejando com a massa grudenta entre os dedos.

E não é que o trem ficou bão? Pena que não lembrei de tirar foto do depois, mas acho que a Giovanna tirou algumas e deve me mandar depois (né Gi?).
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Depois tivemos mais comilança na casa do Juliano. A mestre cuca Eun Bee fez uma lasanha de beringela de lamber os beiços! Até o Gustavo, que é um menino de Brasília e por isso foi criado na ilha da fantasia, teve que reconhecer que os legumes podem ser saborosos! ^_^

Todo mundo rodeando e preparando para atacar!

Não estranhe: aqui na Coreia todo mundo corta comida com a tesoura mesmo.
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E para finalizar, no último sábado o Ryan, coreano namorado da belorizontina Ana, convidou a gente para mais um junta-panela. Mais comida brasileira engordativa. Maravilha!

Não, o cachorrinho não era parte do banquete.

Estrogonofe, uns lombos e outras gororobas improvisadas, do jeito que a gente gosta!

Finalizamos a noite com grande estilo (ou quase): improvisamos um noraebang (karaokê) brasileiro! Saiu de tudo, meu amigo. De Djavan a Molejo. De Tom Jobim a É o Tchan. A foto foi tirada no momento do "...é o amooooorrrr!!!", de Zezé di Camargo e Luciano. Apesar da decadência musical, a gente se divertiu. Estranhamente, voltei para casa achando que K-pop nem é tão ruim assim... Pelo menos não depois relembrar um pouco do nosso B-pop.

PS: Desculpem a falta de qualidade das fotos. Estou temporariamente descamerizado, e por isso só tenho registrado as coisas com o celular. Abração pra todo mundo!

Os bangues da Coreia

Na falta de assunto para postar, vou fazer uma tradução parcial de um texto que o Gustavo postou no blogue dele. Prova que nossos blogues estão em sintonia fina... rs. Trata-se de um site que traz várias informações sobre a cultura coreana (ou simplesmente, sobre as "coreanices"). Como o texto está em inglês, resolvi postar uma parte em português, para popularizar o acesso ao conteúdo. Depois, se eu tiver paciência, traduzo outras coisas. Mas hoje vou traduzir a parte que fala sobres os "bangues" da Coreia. Só vale lembrar que minha tradução não tem qualquer compromisso com a fidelidade. Vou resumir, cortar, e comentar onde der na telha.

Atrás das portas fechadas
Visão geral dos bangues (salas) de Seul

Os coreanos são muito conservadores quanto ao comportamento em público, mas atrás das portas fechadas muita coisa acontece. "Bang" é a palavra coreana para "sala", e há diversos tipos de "bang".

DVD Bang: São salinhas com grandes TVs, onde você aluga um DVD e assiste o filme tranquilamente. Geralmente ficam em bairros universitários, do segundo andar para cima nos prédios. Os DVD bangues variam muito, podendo ser grandes e luxuosos ou até mesmo claustrofóbicos. Alguns têm até cama, e muitos universitários usam esses lugares para dar uns amassos, já que em público nada acontece entre os casais.

PC Bang: Equivalem às "lan houses" no Brasil. Esses lugares são geralmente barulhentos, escuros e enfumaçados. Barulhentos, porque a maioria vai para jogar video-games, e enfumaçados, porque na Coreia não há muitas restrições para os fumantes (que são muitos!) e eles dão suas baforadas em todos os cantos. Muita gente também usa os PC Bangues só para acessar a internet, checar e-mail ou imprimir alguma coisa. Mas não se assuste se for a um PC Bang tarde da noite e encontrar um ajosshi navegando um site pornô... yeck!=P

Noraebang: São os karaokês coreanos. É lá que os coreanos soltam a franga total! "Noraebangar" é um dos hobbies favoritos na Coreia, e eles fazem isso muito bem. Cantar num noraebang não é algo que se faz só quando quer "zuar" ou quando está bêbado, mas até mesmo companheiros de trabalho vão juntos cantar depois do expediente. E vale tudo na hora de cantar num noraebang: muitos oferecem perucas, fantasias, máscaras e acessórios afins que trarão mais diversão para esse momento quase-sagrado na Coreia.

Sarang Bang: Também conhecido como "love motel", os Sarang Bangues são nada menos que os motéis brasileiros. A diferença é que, para diferenciar dos motéis sem fins sexuais, eles geralmente imitam formas de castelinhos. E por causa da timidez surreal do povo coreano (principalmente em se tratando de "sexo" - que é uma palavra que não se pode dizer alto e em público), muitos Sarang Bangues nem têm recepção. Na entrada, tem apenas uma maquininha de cartão de crédito para o sujeito efetuar o pagamento, e no estacionamento há cortininhas para tampar a placa do seu carro (?). Mas pode-se usar um Sarang Bang apenas como hotel mesmo, pois os preços são bons.

Jimjil Bang: Essa é a sauna da família coreana. É o único bang no qual coisas escrotas não acontecem. A menos que você considere ver uma ajumma com permanente no cabelo esfregando suas amigas numa mesa de plástico algo escroto. Nas Jimjil Bangues masculinas a coisa é mais intensa: os coreanos todos peladões, andando de um lado pro outro, fazendo massagem nos amiguinhos, secando o bilau com o secador de cabelo e dando suas escarradas rotineiras.

O departamento de turismo do governo coreano tinha que lançar uma propaganda no exterior do tipo "Bangues da Coreia: mais um motivo para você conhecer nossa cultura milenar!"

Longo compacto das últimas notícias

Finalmente, atualizando o blog decentemente (apesar de tentar ser breve). Manchetes da minha vida coreana nos últimos 30 dias:

NIIED: Resolveu pegar todo mundo de surpresa, e a prova de proficiência em coreano, em vez de ser em julho vai ser dia 28 de março! Ninguém entendeu direito. Dizem que precisam dos resultados para sermos aceitos nas universidades, mas o que já era impossível de se conseguir em apenas um ano (nível 5), agora precisamos, teoricamente, atingir em 6 meses de estudos.

DAEGU: Vou mencionar Daegu de novo por dois motivos: 1) porque eu estive lá dois finais de semana consecutivos, pra calar a boca do Gustavo, que duvidava da minha volta àquelas bandas lá de baixo...=) e 2) porque a Briza reclamou que esperava uma postagem gigantesca contando sobre a viagem. Bom, eu me diverti muito em Daegu, porque estava com uma turma "fantárdiga": Briza, Gustavo, Cláudia, e ainda conheci a turca Emek e o finlandês Alex (ou Alecsi, algo do tipo). Fizemos em Daegu o que se faz na Coreia toda: fomos ao Noraebang e cantamos até secar a goela! Chegamos em casa tarde pra chuchu e ainda acordamos cedo no dia seguinte para ir para a próxima manchete...

BUSAN: O esquema de ir para Busan foi excelente. Não vou dar detalhes num blog público como este, mas garanto que a aventura nos trens da Coreia dão muitas emoções! Para mais detalhes, entre no blog do Gustavo e poste uma pergunta, até porque o blog dele tá sofrendo com o baixo índice de audiência. Ajudem a mantê-lo no ar! =P

Chegando em Busan encontramos uma coreana que o Gustavo (de novo) conheceu pela internet, e a bichinha estuda português. A coitada ficou de guia turístico pra gente o dia todo. Fomos à praia Haeunde e à ponte de Busan, que por sinal é uma maravilha. Na praia eu fiquei admirando o sossego. Bom, para ser honesto, a palavra "sossego" é alvo de contradições na Coreia. Porque às vezes sinto muita tranquilidade aqui por alguns motivos, dentre: segurança, a discrição e o silêncio das pessoas e a cultura introspectiva do país. Mas o sossego some quando a gente se depara com: música pop coreana, centenas de placas de neon piscando à noite e multidões andando pra todo lado (imagine só uma população que é apenas 1/4 da do Brasil em uma área que é 1/3 da do estado de São Paulo!).

Mas voltando à praia Haeunde: o sossego foi por causa do dia perfeito. A temperatura estava em torno de 16 graus, o que, no inverno foi uma dádiva! Para se ter ideia da nossa sorte, no dia seguinte já despencou pro zero grau de novo. Então se viam algumas pessoas se divertindo, meninas correndo com suas amiguinhas (tem hora que menina coreana parece lésbica, porque anda só de braço dado com as amigas e não desgrudam um segundo), e a criançada solta, brincando na areia. E ainda demos comida no bico das gaivotas, que passavam voando e pegavam na mão da gente. Muito bacana!

A bacanice deu uma moderada na hora de jantar, que foi quando uma amiga da coreana ofereceu o restaurante da mãe dela para comermos de graça! Todo mundo topou, afinal de graça... já viu né. Mas eu estava varado de fome, e só serviram frutos do mar. O primeiro prato já "abriu" meu apetite: tentáculos de lula, que tinham acabado de ser cortados e, portanto, ainda se debatiam para sobreviver. A Briza e o Gustavo, que comem até capim se deixar, mandaram ver na lula, que ainda se mexia dentro da boca deles. O Gustavo come tudo porque diz que não pode deixar sobrar nada, mas no fundo é porque ele é o maior pão-duro da paróquia e não perde uma boca livre! hahaha. Já a Briza, eu sei lá... vai ver ela passou tempos difíceis quando morou na África. Eu fiquei só admirando. Minha experiência no oriente tem alguns limites. Já me adaptei MUITO à comida coreana, mas moluscos que ainda se mexem... vai me desculpar, não desce.

A volta para Daegu e depois para Cheongju foi muito tranquila. Aprendi o esquema de andar de trem pela Coreia e andei explorando as estações perto de Cheongju. De agora em diante, como bom mineiro que sou, só vou pegar esse trem, uai!

YOGA: Minha memória se apagou sobre o que aconteceu entre Busan e a semana passada, então vamos à última nova. Uma amiga da Agatha chamou ela para fazer uma aula experimental de yoga e eu fui junto. A experiência foi maravilhosa, mas como eu não tinha dinheiro para continuar, deixaram eu fazer durante as duas últimas semanas de fevereiro de graça. Já tenho sentido os benefícios para as minhas costas e meu preparo físico. Junto com a natação e minhas tapeadas na academia do dormitório, meu corpo agradece. Já fazia tempo que minhas mãos não conseguiam encostar nos meus pés com as pernas esticadas, e agora tá moleza. Meu calcanhar conheceu meu umbigo pela primeira vez na vida, e algumas outras partes do meu corpo estão sendo apresentadas também. Os professores são super gente fina, e o bom é que não falam inglês, então somos obrigados a nos virar com nosso coreano. Outra vantagem é que tem muito mais mulher do que homem na aula! =)

Hoje fomos à aula de yoga de novo e logo em seguida o professor juntou todo mundo pra brincar com argila e beber chá verde. Aquele lugar, que se chama You & Me Yoga (com o "you" escrito em inglês, o "me" em chinês e o "yoga" em coreano), foi um presente de Deus. Tanto eu quanto a Agatha estamos superfelizes em ter encontrado um lugar tão tranquilo e ainda poder cuidar da nossa saúde.

Fico por aqui com as últimas notícias. Beijo pra todo mundo!

PS: Não deu outra. Com a última postagem contendo tantas palavras de nudez e afins, os tarados de plantão estão despencando por aqui! o.O

Pipa, Kimpab e muita música!

Depois de uma semana ausente, estou de volta. Tava dando preguiça de postar porque eu estava sem computador. Mas agora tenho meu laptop, com acentos e tudo mais. Essa foto aí é de uma pipa que fizemos na semana passada. Ainda não fiz o teste pra saber se ela voa. Parece ter mais varetas do que papel, o que desafia um pouco a lei da gravidade. Mas se falaram que voa é porque deve voar mesmo.



Depois deram ensinaram a gente a preparar Kim-pab. É um rolinho de alga com arroz grudento e umas tirinhas de legumes, ovo, queijo, presunto e o que a sua imaginação quiser. Gostei porque não é apimentado, mas também não é lá essas delícias não. O divertido mesmo foi prepará-lo! Nesse mesmo dia eu saí com a Briza e o Myung Chul. O cara é muito gente fina! Mas eu fiquei segurando vela... hehe.


No domingo fomos a essa igreja. É uma igreja presbiteriana bem grandinha. Eu, claro, não entendi nada de nada. Só entendi "aleluia", "amen" e "yesu kristo". Fomos eu, Briza, Myung Chul, Kuma (uma indiana hindu que foi porque tava à toa) e o Hugo (do Paraguai, que também foi porque não tinha nada pra fazer). A pregação deve ter sido boa, porque o pessoal tava rindo. Se não foi consistente, pelo menos engraçada deve ter sido.

Depois fomos a um karaokê aqui pertinho. Os coreanos são viciados em karaokês. O lugar é uma breguice sem tamanho! Mas foi muito divertido! Eu mandei ver no U2 e umas músicas em espanhol, já que música brasileira não tinha.

Isso aí foi no Festival de Dança Coreana que teve aqui em Cheongju anteontem. Não pudemos tirar fotos durante o espetáculo, mas depois eles chamaram os estrangeiros da platéia para tirar fotos com grupo. Achamos muito bonito, mas algumas apresentações individuais dão sono. São movimentos muito lentos e delicados, tem que ter paciência pra ver. Eu gostei dos que mandaram ver na batucada. Tinha hora que ficava parecendo coisa de brasileiro. Os caras são muito bons no tamborzinho deles.

Hoje eu tô meio sem vontade de escrever. Postei agora só porque tinha tempo que não escrevia. Depois costuro melhor minhas idéias e experiências por aqui.