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Mico coletivo no último dia de aula

O que é que eu não faço pra entreter o leitor desse blogue? O que vocês vão ver agora é um surto coletivo no nosso último dia de aula. Na verdade, são mais ou menos as mesmas palhaçadas que sempre fazemos quando juntamos aqui em Cheongju. Mas dessa vez foi em clima de despedida.

O vídeo foi apenas uma montagem de cenas de várias câmeras, cujas baterias acabaram em outros momentos "espetaculares". O negócio do "ttong-chim" é uma coreanice que merece um capítulo inteiro para ser explicado... Later.

http://www.youtube.com/watch?v=llkGJN1aLvA

E para finalizar, teve discurso da Agatha. Mandou ver! Só deu preguiça de fazer legenda...=)

Vamos sentir falta dessa turma toda... Beijo pra todo mundo!

http://www.youtube.com/watch?v=ZGAZnzCbOak

Futebol em Cheongju

Como parte do buddy program aqui da Universidade de Cheongju, agora vamos jogar futebol com os coreanos toda semana. A primeira partida foi ontem de manhã.

Graças a Deus, os coreanos que jogaram com a gente ontem eram muito ruins de bola, e nosso time ganhou de 5 a 1.

Mas na quarta, quando resolvemos treinar com outros coreanos para não tomarmos uma lavada (que seria humilhante para os latinos...rs), tinha 2 coreanos que, pra mim, eram profissionais. Foi pra calar minha boca, que dizia que os coreanos eram mais pernas-de-pau do que eu.

Como podem ver na foto acima, nosso time tinha uns bons "fofômenos", que estavam literalmente CAINDO aos pedaços (o coitado da foto é o Hugo, do México).

Mas ainda assim conseguimos ganhar, por um motivo simples: não tinha juiz! Isso mesmo. O jogo dos coreanos não é violento como o dos latinos e dos árabes. O Orkhan, nosso amigo do Azerbaijão (foto ao lado), quase aleijou alguns coreaninhos desavisados. Os caras caíam no chão com cara de "foi falta!", mas na verdade tinha sido só ombro a ombro, no estilo mais taekwondo possível.

Eu joguei de goleiro e não fiz tão feio, justamente pelo fair play da Coreia. Quando o atacante vinha chegando perto do gol, era só eu pular pro lado da bola que o cara diminuía a velocidade. Se fosse no Brasil, eu provavelmente levaria uma chuteira na cara e voltaria com hematomas por todo o corpo.

No final dei um de Rogério Ceni, quando me chamaram para bater um pênalti. Mas pelo jeito, minha única semelhança com ele é o nariz grande, porque consegui chutar pra fora!

Até que fiz bonito, afinal só tomei um golzinho. E me chamaram de "Taffarelo"!

Festival das Lanternas, Aniversário de Buda

Domingo fomos para a beira do rio de Cheongju para participar do Festival das Lanternas Lótus, que inicia uma semana de festanças para o aniversário de Buda, que neste ano será dia 2 de maio. Digo neste ano, porque a data é de acordo com o calendário lunar chinês (dia 8 do quarto mês), então em cada ano do calendário gregoriano, o aniversário cai em uma data diferente.

Estou postando um vídeo para que as imagens digam por si. Mas saibam que moro em Cheongju, cidade que segundo as más línguas de Daegu e Seul, é um vilarejo... (vilarejo de 600 mil habitantes!). Lembra-me um pouco dos desfiles do interior das Minas Gerais, com bandinhas da cidade, as velhinhas cantando, e o pessoal participando de um jeito ou de outro. Da mesma forma o festival aqui é bem simples, principalmente comparado com a grandiosidade das festividades de Seul, como foi bem ilustrado no blogue da Denise, o "Síndrome de Estocolmo". No entanto, mesmo com muita simplicidade, é possível ter uma noção do significado da festa e pode-se conhecer mais da cultura coreana nas cidades menores. As pessoas que participaram estavam todas muito à vontade, e foram superacolhedores com a gente.

Mais um vídeo primaveril

Esse vídeo foi gravado no início deste mês de abril, quando as cerejeiras estavam desabrochando, inaugurando a estação. Mas eu gravo tanta coisa, que esqueço de postar, e só agora me lembrei que tinha editado esse vídeo também. Os "atores" são quase os mesmos do vídeo anterior - os felizes que, em vez de ir dormir depois da aula, vão ver as flores.

Note que no início do vídeo eu me confundi todo com o nome da árvore. Só depois é que me esclareceram. O negócio é que, mundialmente, o nome dessa árvore é mais conhecido como "Sakura", que é uma palavra japonesa. E como os coreanos fazem de tudo para evitar o uso de palavras japonesas, o nome da árvore em coreano é 벗꽃 (beot-kkot). Mas eu achei que a professora se referia ao "desabrochar das flores...". Bom, vê aí a sakurada com bossa nova. Abraços!

As cores da primavera

Aqui vai um vídeo bem feliz. Como nessa semana que passou quase todos estávamos um tanto ocupados nos inscrevendo nas universidades, tivemos poucas aulas de coreano, e as que tivemos foram bem tranquilas. Na quinta-feira à tarde, como tinha pouca gente na sala (porque o restante da turma tinha viajado para outras cidades para levar suas papeladas), fomos com a professora passear pelo campus e curtir "as cores da primavera de Cheongju"... hehe.

Bom, vou deixar que o vídeo fale por mim. Na pagação de mico florida participaram: a professora coreana Kweon Bogeun, o indiano Biru, o indonésio Ichwan, o bengalês Delwar, as malásias Yoker e Nadiah, e o brasileiro Henrique (eu!).

Os bangues da Coreia

Na falta de assunto para postar, vou fazer uma tradução parcial de um texto que o Gustavo postou no blogue dele. Prova que nossos blogues estão em sintonia fina... rs. Trata-se de um site que traz várias informações sobre a cultura coreana (ou simplesmente, sobre as "coreanices"). Como o texto está em inglês, resolvi postar uma parte em português, para popularizar o acesso ao conteúdo. Depois, se eu tiver paciência, traduzo outras coisas. Mas hoje vou traduzir a parte que fala sobres os "bangues" da Coreia. Só vale lembrar que minha tradução não tem qualquer compromisso com a fidelidade. Vou resumir, cortar, e comentar onde der na telha.

Atrás das portas fechadas
Visão geral dos bangues (salas) de Seul

Os coreanos são muito conservadores quanto ao comportamento em público, mas atrás das portas fechadas muita coisa acontece. "Bang" é a palavra coreana para "sala", e há diversos tipos de "bang".

DVD Bang: São salinhas com grandes TVs, onde você aluga um DVD e assiste o filme tranquilamente. Geralmente ficam em bairros universitários, do segundo andar para cima nos prédios. Os DVD bangues variam muito, podendo ser grandes e luxuosos ou até mesmo claustrofóbicos. Alguns têm até cama, e muitos universitários usam esses lugares para dar uns amassos, já que em público nada acontece entre os casais.

PC Bang: Equivalem às "lan houses" no Brasil. Esses lugares são geralmente barulhentos, escuros e enfumaçados. Barulhentos, porque a maioria vai para jogar video-games, e enfumaçados, porque na Coreia não há muitas restrições para os fumantes (que são muitos!) e eles dão suas baforadas em todos os cantos. Muita gente também usa os PC Bangues só para acessar a internet, checar e-mail ou imprimir alguma coisa. Mas não se assuste se for a um PC Bang tarde da noite e encontrar um ajosshi navegando um site pornô... yeck!=P

Noraebang: São os karaokês coreanos. É lá que os coreanos soltam a franga total! "Noraebangar" é um dos hobbies favoritos na Coreia, e eles fazem isso muito bem. Cantar num noraebang não é algo que se faz só quando quer "zuar" ou quando está bêbado, mas até mesmo companheiros de trabalho vão juntos cantar depois do expediente. E vale tudo na hora de cantar num noraebang: muitos oferecem perucas, fantasias, máscaras e acessórios afins que trarão mais diversão para esse momento quase-sagrado na Coreia.

Sarang Bang: Também conhecido como "love motel", os Sarang Bangues são nada menos que os motéis brasileiros. A diferença é que, para diferenciar dos motéis sem fins sexuais, eles geralmente imitam formas de castelinhos. E por causa da timidez surreal do povo coreano (principalmente em se tratando de "sexo" - que é uma palavra que não se pode dizer alto e em público), muitos Sarang Bangues nem têm recepção. Na entrada, tem apenas uma maquininha de cartão de crédito para o sujeito efetuar o pagamento, e no estacionamento há cortininhas para tampar a placa do seu carro (?). Mas pode-se usar um Sarang Bang apenas como hotel mesmo, pois os preços são bons.

Jimjil Bang: Essa é a sauna da família coreana. É o único bang no qual coisas escrotas não acontecem. A menos que você considere ver uma ajumma com permanente no cabelo esfregando suas amigas numa mesa de plástico algo escroto. Nas Jimjil Bangues masculinas a coisa é mais intensa: os coreanos todos peladões, andando de um lado pro outro, fazendo massagem nos amiguinhos, secando o bilau com o secador de cabelo e dando suas escarradas rotineiras.

O departamento de turismo do governo coreano tinha que lançar uma propaganda no exterior do tipo "Bangues da Coreia: mais um motivo para você conhecer nossa cultura milenar!"

Primavera com sakura

Nunca pensei que ficaria tão feliz e de bom humor só porque o sol resolveu fazer seu trabalho decentemente: esquentar a gente! A primavera está "bombando" na Coreia. As folhas começam a nascer de novo, trazendo vida às ruas da cidade. Aproveitei e fui à montanha Uam, que fica aqui atrás do dormitório, porque ao longo da estradinha que contorna a montanha tem inúmeras "sakuras" (se não me engano, o nome em português é "cerejeira"). É uma árvore japonesa famosa por suas flores brancas meio rosadas. Nesta época todo mundo vai aos lugares com grandes números de sakuras para apreciar o espetáculo que elas proporcionam. Mas infelizmente suas flores não duram muito, porque elas dão lugar às folhas que vem vindo. Aí vão algumas das fotos que tirei ontem.


Feliz Ano do Touro!

Pois é, amanhã começa um novo ano na Coréia* de acordo com o calendário lunar. Como antigamente esse era o calendário que se seguia, as tradições ligadas a ele ainda são relativamente fortes. Os mais velhos geralmente comemoram seus aniversários por esse calendário, o que, na minha cabeça, gera uma confusão danada. Diz a Briza que nunca sabe quando é o aniversário da sogra dela, porque a cada ano cai numa data diferente. E esquecer aniversário de sogra... ai ai ai.

Então, amanhã começa o Ano do Touro. Não me pergunte de onde vêm os bichos para dar nomes aos anos, porque ainda não me explicaram tal detalhe.

No Ano Novo Lunar (ou Seollal 설날), as famílias normalmente se reúnem e comem tteok-guk (떡국), que é uma sopa com bolinhos de arroz. Mas não são bolinhos de arroz deliciosos como os da minha mãe e da minha vó. São uns bolinhos que parecem massinha compactada, e que se não tiver uma coca-cola ao lado pra ajudar pode matar o sujeito engasgado. Neste dia rola também uma barganha dos pais com os filhos: dão alguns trocados e impõem algumas condições para o ano que inicia. Além disso, joga-se um jogo chamado "Yutnoli", que é basicamente um jogo de tabuleiro que usa quatro tocos de madeira em vez de dados. A nossa professora ensinou a gente a jogar um dia na aula, mas não vou explicar as regras porque são meio complicadas (e porque não tenho certeza se lembro!). Segue um vídeo que fiz no dia em que jogamos o tal jogo na sala de aula. Só não dá pra entender nada de nada, porque só montei as cenas de cada um jogando os toquinhos.


Aqui pra gente não vai ter nada no Seollal, porque estamos abandonados no dormitório. O campus parece cidade fantasma! Todo mundo de férias. Ainda bem que somos solidários uns com os outros aqui, e nenhum estrangeiro fica entediado. Hoje, por exemplo, como não tinha nada pra fazer, fomos todos para o pátio fazer guerra de neve (deve ser a vigésima). O pessoal adora pegar o Alex, que diz que neve no rosto não vale, é desleal. Adivinha onde o pessoal mira quando joga nele?

Aproveitamos e fizemos nosso "nun-saram" (눈사람), ou boneco de neve. Fica aí a foto e já me despeço. 새해 복 많이 받으세요! (다시)

*Ainda não senti no meu coração o desejo ardente de escrever "Coreia" em vez de "Coréia". A reforma ortográfica já está em vigor, mas até 2011 podemos usar as duas. Até lá vou pedir a Deus que me dê forças para me acostumar com isso.

Casamento, chá e outras coreanices

Eu casei na Coréia.
Tudo bem, eu não casei na Coréia. Mas foi quase!
Levaram a gente para encenar um casamento tradicional coreano, para aprendermos mais sobre a cultura deles. Então perguntaram quem queria participar, e por pouco perdi a chance de ser o noivo. E olha que a noiva era uma búlgara de não se jogar fora...
No final das contas eu fui apenas um convidado do casamento, mas tive que usar uma roupinha um tanto quanto incomum.

No mesmo local, do lado de fora, viramos criança coreana. Havia vários brinquedos pra gente se divertir. Uma gangorra que funciona na base do pulo e da coordenação. Se não pular na hora certa, o tombo pode ser fatalmente engraçado. Ou engraçadamente fatal. Mas tombo é sempre tombo, e tive a "sorte" de filmar uns belos tombos nessa brincadeira, que postarei outro dia. Com tombo é assim: você ri, depois pergunta se machucou. Porque se você perguntar se machucou primeiro, pode ser que tenha realmente machucado e você não vai poder rir.

Em seguida aprendemos a fazer chá tradicional coreano. No final das contas o chá tinha gosto de chá mesmo. Mas o interessante é a preparação, que envolve várias crendices e costumes.

Primeiro duas coreanas simpáticas nos ensinaram a como nos comportarmos num cerimônia "charosa" (ou "charenta"?). Numa cerimônia de chá. É um tal de coloca mão aqui, mão ali, encurva daqui, agradece dali, ajoelha, desajoelha. Depois eu me ofereci para fazer o chá no meu grupo. Não podia sair da ordem: a quantidade de água, a organização das xícaras, a bebida em 3 goladas. E tudo tem seu significado (pelo menos para eles). Me empaturrei de chá e me diverti bastante. Mas ainda fico com o chá de pacotinho do supermercado.

Aqui vai o vídeo do casamento, que editei e fiz uma historinha. Está em inglês, mas talvez, futuramente, eu faça uma versão em português. Beijo do gordo!

Brinquedo novo!

Aproveitando as pechinchas coreanas nos eletrônicos da Samsung, comprei essa semana uma filmadora de verdade, que eu já namorava há tempos mas no Brasil ela custava os olhos, a boca e o nariz da cara. Aqui vai o primeiro vídeo que fiz com ela, hoje de manhã, aqui ao lado. (Para ver em alta definição clique aqui)

Hóspede brasiliense e aniversariante carioca

Hoje é aniversário da Agatha. Para quem não se lembra, é a carioca que mora aqui em Cheongju comigo. Somos os únicos brasileiros da cidade, até onde eu sei.

Gustavo é o brasiliense que mora em Daegu com a Briza, minha amiga de longa data. Eu já tinha chamado ele pra vir passar uns dias em Cheongju, porque como eu não tenho colega de quarto, tem uma cama sobrando para hospedá-lo. E nesse fim de semana ele finalmente veio! Foi muito bacana, o cara é muito gente boa (porque é um dos poucos que comenta no meu blog... hahaha). Ontem a gente saiu pra almoçar e tivemos a surpresa de começar a nevar! Na ida, apesar do frio, eu esqueci de colocar o gorro e não conseguia sentir minhas orelhas. Na volta eu não conseguia sentir meus lábios, tava igual anestesia de dentista. Como em Daegu ainda não nevou, o Gustavo ficou correndo feito um retardado (foi mal Gustavo!^^) para grudar neve no casaco e tirar foto.

À noite fomos pro aniversário da Agatha, que foi num bar chamado MJ, e onde praticamente 80% dos freqüentantes são estrangeiros. O lugar é muito agradável: mesas, sofás, sinuca, dardos, bebida, comida e música ao vivo. A galera se divertiu muito. Fizemos um campeonatinho de dardos e eu descobri que sou um fiasco! A maquininha às vezes nem detectava que eu tinha errado o alvo, de tão fora que tinha sido. Sinuca foi um vexame. Os buracos da mesa eram duas vezes maior do que os que a gente encontra no Brasil, e ainda assim eu conseguia errar quase todas!

Enfim: jogamos, dançamos e "parabenizamos" bastante. A Agatha então... vixi! Mas uma coisa curiosa aconteceu. Parênteses explicativo: (no dia 27 de agosto, quando chegamos na Coréia e colocaram Agatha e eu em um ônibus para Cheongju, um americano veio sentado atrás da gente a viagem toda. Quando chegamos na rodoviária de Cheongju, ele veio se apresentar e oferecer ajuda para o que a gente precisasse na Coréia. Ele é um cara novo, já está aqui desde o início do ano e dá aulas de inglês numa outra universidade. Então ele anotou seu nome (Bryan) e telefone pra gente ligar logo. Só que naquela semana eu derramei água no papel e o número borrou, então não conseguia ler mais nada, e perdi contato com o cara.)

Quando chegamos no MJ, a Agatha se lembrou e viu que o cara que ia tocar música ao vivo com a banda era o próprio Bryan! Foi muito bom reencontrá-lo, porque o cara é muito simples e gente boa. Chegar em outro país e receber ajuda de alguém é como um dinossauro que sai do ovo e o primeiro que ele vê é a mamãe! (que comparação tosca). Ontem a Agatha achou a nossa "mamãe" perdida.

Hoje o Gustavo foi embora, e quando ele menos esperar eu vou escorregar ali pra Daegu também. Por aqui fica o meu fim de semana, que vai terminar em bom estilo: fazendo para-casa de coreano.

Pipa, Kimpab e muita música!

Depois de uma semana ausente, estou de volta. Tava dando preguiça de postar porque eu estava sem computador. Mas agora tenho meu laptop, com acentos e tudo mais. Essa foto aí é de uma pipa que fizemos na semana passada. Ainda não fiz o teste pra saber se ela voa. Parece ter mais varetas do que papel, o que desafia um pouco a lei da gravidade. Mas se falaram que voa é porque deve voar mesmo.



Depois deram ensinaram a gente a preparar Kim-pab. É um rolinho de alga com arroz grudento e umas tirinhas de legumes, ovo, queijo, presunto e o que a sua imaginação quiser. Gostei porque não é apimentado, mas também não é lá essas delícias não. O divertido mesmo foi prepará-lo! Nesse mesmo dia eu saí com a Briza e o Myung Chul. O cara é muito gente fina! Mas eu fiquei segurando vela... hehe.


No domingo fomos a essa igreja. É uma igreja presbiteriana bem grandinha. Eu, claro, não entendi nada de nada. Só entendi "aleluia", "amen" e "yesu kristo". Fomos eu, Briza, Myung Chul, Kuma (uma indiana hindu que foi porque tava à toa) e o Hugo (do Paraguai, que também foi porque não tinha nada pra fazer). A pregação deve ter sido boa, porque o pessoal tava rindo. Se não foi consistente, pelo menos engraçada deve ter sido.

Depois fomos a um karaokê aqui pertinho. Os coreanos são viciados em karaokês. O lugar é uma breguice sem tamanho! Mas foi muito divertido! Eu mandei ver no U2 e umas músicas em espanhol, já que música brasileira não tinha.

Isso aí foi no Festival de Dança Coreana que teve aqui em Cheongju anteontem. Não pudemos tirar fotos durante o espetáculo, mas depois eles chamaram os estrangeiros da platéia para tirar fotos com grupo. Achamos muito bonito, mas algumas apresentações individuais dão sono. São movimentos muito lentos e delicados, tem que ter paciência pra ver. Eu gostei dos que mandaram ver na batucada. Tinha hora que ficava parecendo coisa de brasileiro. Os caras são muito bons no tamborzinho deles.

Hoje eu tô meio sem vontade de escrever. Postei agora só porque tinha tempo que não escrevia. Depois costuro melhor minhas idéias e experiências por aqui.