General Peido

Uma coisa é fato: os coreanos podem ter pudor excessivo com tudo, menos com cocô e seus precedentes. Brincadeiras que envolvem o material fecal, como o ttong-chim, são consideradas engraçadas e inocentes quando praticadas por crianças. Da mesma forma é o pum, o João Batista do elemento marrom, aquele que prepara o caminho.

Prova disso é esse programa de TV que o Juliano e a Eun Bee me mostraram no Natal (presentão, hein!). Ele é transmitido no canal educativo EBS e o nome é "Banggwi Daejang Bbung-bbung-i" (방귀대장 뿡뿡이 • General Peido Pum-Pum-i). O personagem principal é um bicho que parece uma batata-doce e peida magicamente para fazer coisas aparecerem ou para salvar seus amigos.

Fica aí o último post do ano, fechando com chave de "ouro". Agradeço a todos que tiveram paciência pra acompanhar o blogue durante 2010, e desejo que 2011 seja cheio de coisa boa pra todo mundo! :)


Imagens dos últimos dias

Época de Natal na Coreia não tem aquele climão que toma conta de todo mundo como nos países ocidentais. Já contei aqui antes que, como não é um país tradicionalmente cristão, a Coreia basicamente importou alguns elementos seculares do Natal celebrado no ocidente e fez do feriado basicamente mais um dia dos namorados. Sim. Aqui ninguém se preocupa em estar com a família no Natal, pois é época dos casais saírem pra comemorar. Caramba, haja feriado pros namorados: é um dia só DELE ganhar presente, outro dia só DELA ganhar presente, Ppeppero Day pra dar chocolate e Natal pra dar mais presente!

Café com leite da Paris Baguette

Ah, e tem o bolo. No Natal aqui tem que comprar bolo pra comer de casalzinho

Eu, tentando patinar no gelo

Custa só mil wons perto da prefeitura
Mas, claro, não podia deixar de celebrar à la brasileira. Pelo segundo ano consecutivo tivemos uma ceia  excelente na casa da Selma e do Renato, que mais uma vez aderiram à Campanha da Fraternidade coreana e acolheram os brasileiros perdidos por aqui - literalmente, pois a galera dormiu lá. Faltou mais gente, mas também tivemos recém-chegados na turma pra animar
Esse foi meu presente de amigo oculto, comprado pelo Gustavo :)

E tem também alguns vídeos que gravei aqui perto da minha nova casa na última semana, como este, com uma bandinha tocando nas ruelas de Daehangno. Contratados pela Paris Baguette, que competia com o piu-piu da Tous Les Jours que abriu logo em frente.


E, para finalizar, um que gravei agora há pouco numa rua aqui perto. Nevou essa semana e, se não removerem a neve ou não jogarem sal antes dos carros passarem, ela fica compactada de tal forma que vira uma pista de patinação. Resultado: festival de tombos! Eu mesmo levei um tombo outro dia que meu cóccix nunca mais vai esquecer. Qualquer hora ainda pego minha filmadora e deixo o dia todo num tripé nesses pontos críticos. Por enquanto vai só esse videozinho de agorinha.

A superstição do sapato

Estou precisando comprar uns sapatos novos. Os meus, além de estarem ótimos pra patinar na neve de tão lisos, estão também com aquela cara de cachorro pulguento e cansado. Aí o que eu faço? Dou umas indiretas na namorada. "Natal tá aí, né... Papai Noel bem que podia me dar uns sapatos novos..." Como às vezes ela não capta minhas ironias ou "mensagens subliminares" tem que ser indireta bem direta: "Não aguento mais esse par de sapato velho!"

Mas ela, nada. Quando eu já ia deixar pra lá, dar um de que não liga pra presente, ela me pergunta:

"Então... você precisa de sapatos novos, né?"
"É, vou na loja qualquer hora ver se compro um par novo..." (João-sem-braço total)
"Pois é. Eu posso até te dar um par de presente de Natal... mas..."

Foi então que lembrei. Na Coreia tem um ditado popular que diz que "se você der sapato para a(o) sua(seu) namorada(o), ela(e) vai fugir pra sempre." E o povo aqui leva essa superstição tão a sério, que ninguém dá sapato de presente pra ninguém. Cada um que compre o seu.

"Sobrei. Vou ter que realmente comprar meu sapato", pensei.

Mas ela continuou:

"Eu não vou te dar o sapato. Mas posso te dar um vale-compras de uma loja, e você gasta como quiser. Se escolher sapato, a culpa não é minha."

Rá! Isso rendeu boas risadas e umas zoadinhas com as superstições coreanas. Só que ela nega ser supersticiosa. Ela só não abusa. É como a famosa manga com leite no Brasil, que, segundo a lenda, mata. E ainda que todo mundo esclarecido hoje em dia diga que isso é uma grande bobagem, você não vê ninguém, nem quem adora manga, tomando uma vitamina de manga com leite no café da manhã todo dia. Matar não mata, mas não é bom abusar.

Daehangno, jipdeuri e cama no chão

Estou finalmente cem por cento instalado em meu novo cafofo. Para quem não entendeu a postagem anterior muito bem: não, eu não moro no buraco que a halmeoni me mostrou. Sou doido, mas não sou besta.

Moro agora num apartamento de três quartos, com dois coreanos nos outros dois quartos. Felizmente eles parecem ser tranquilos e limpos, pois desde que cheguei ainda não vi um só talher sujo na pia. E se não tiverem medo de oegugin (외국인, estrangeiro) vai ser bom para fazer amizade e praticar meu coreano, que ficou estagnado quando eu passava o dia todo no departamento, conversando só em inglês.

O bairro aqui é muito bom. Daehangno (대학로, ou "rua universitária") é o nome da rua principal, mas também o nome dado à região, que, de fato, tem muitas universidades (Sungkyunkwan, Hospital Universitário da SNU e a Católica são algumas delas). É também uma região bem movimentada artisticamente, com uma grande quantidade de teatros e outros eventos culturais. Além de bons (e baratos) restaurantes e muitas lojas por todo lado. Por isso, é um dos pontos em Seul onde praticamente só se vêem jovens.

Daehangno agora há pouco, perto da saída 4 da estação Hyehwa

E hoje alguns amigos vieram aqui comer uma pizza e fazer um jipdeuri (집들이, ou "festa de inauguração de casa"). Aliás, caso você vá a algum jipdeuri de coreano, lembre-se de levar algo de presente. Mas o que dar para um coreano que acabou de se mudar? Porta-retrato? Vaso de flor? Livro? Panela? Nada disso. Na Coreia, costuma-se dar de presente no jipdeuri papel higiênico e produtos de limpeza! Exatamente. Assim o cara consegue manter limpos tanto a casa quanto o... enfim.

Claro que não trouxeram nada disso pra mim hoje, porque não sou coreano e prefiro que me ajudem a pagar a comida que pedimos. Não me lembrei de tirar fotos da turma aqui (sim, tenho sido um péssimo paparazzo ultimamente), então aqui vão algumas fotinhos do meu novo cantinho.

Meu mini-quarto
Cozinha, com um ventilador (?) em cima da geladeira
E caso esteja curioso(a), sim, aquele colchonetezinho no chão é minha cama. Mas não fique com dó de mim. Aliás, se você é do tipo que adora uma cama supermacia e não consegue dormir no chão, pense duas vezes antes de vir pra Coreia. Aqui é muito comum as pessoas não terem camas em casa. Cama como a gente conhece é uma invenção ocidental (acredito) e aqui tradicionalmente todos dormiam no chão, principalmente no inverno, por causa do aquecimento ondol (온돌) que o esquenta (e eu particularmente gosto muito). A Ji Young, por exemplo, é a única que dorme numa cama na casa dela. Tanto os pais quanto o irmão dormem no chão. Mesmo assim, até os 11 anos de idade ela nunca tinha dormido numa cama. Às vezes os mais velhos até compram uma "cama", só que sem colchão. A tia de uma amiga tem uma que é de pedra e liga na tomada para esquentar. Praticamente um "chão suspenso."

Hoje mais pessoas têm camas em casa, mas não sei se vão aderir completamente. É algo cultural. Se você for a uma viagem com um grupo coreano ("MT" da universidade ou do trabalho, como chamam aqui), geralmente a galera dorme em quartos sem cama nenhuma. A primeira vez que fiquei num hotel, logo quando cheguei na Coreia, achei um absurdo. "A gente paga caro pra dormir no chão?" Mas hoje prefiro pensar que faz bem para as costas (algum ortopedista lê este blogue?) e economiza espaço no caso de quartos pequenos, como o meu. Aqui, acordou, enrolou o colchonete e voilà!

Para os que vão se mudar para Seul e querem ter noção de preço de aluguel, isso, como em qualquer cidade do mundo, varia de acordo com a região. Quem vem pra cá para estudar, geralmente fica no dormitório, e quem vem para trabalhar, geralmente a empresa já arranja um lugar que é maior e mais confortável que a média, por isso não precisa se preocupar tanto. Mas para os estudantes que querem uma alternativa barata para os dormitórios (que são cheios de regrinhas irritantes), a opção é dividir apartamento ou alugar um one-room ("kitchenette"). Esse meu quartinho foi o mais barato dentre os lugares habitáveis que encontrei: aluguel de 320 mil wons (480 reais) com todas as contas incluídas, e depósito de 1 milhão de wons (1500 reais, que, acreditem, é muuuuito barato!).

Ah, e se encontrar um quarto sem cama, tudo bem. Pelo menos não tem de onde cair quando tiver um pesadelo.

De mudança, de novo

Retirem-se já deste blogue todos os que concordaram que pareço com o Borat! Já basta o preconceito que sofro por minha ascendência portuguesa, moura, judaica, árabe, persa, iraniana e, agora, cazaque, que me rende ajoshis mal-educados e perguntas mais longas nos aeroportos!

Brincadeira. Podem ficar. Desta vez só passei aqui pra contar que vou me mudar de casa. Sim, de novo. Vai ser minha quarta casa desde que vim pra Coreia em 2008. Morei em Cheongju, depois vim pra Suwon, onde morei num one-room e no dormitório da KHU. Agora vou continuar minha jornada morro acima, e me mudo na sexta para Seul, num outro one-room em Daehangno. Como terminei minhas matérias e a Ji Young vai pra Tailândia fazer estágio na UNDP, achei melhor escrever minha dissertação num lugar mais perto dos amigos, já que aqui eu ficaria largado no departamento e ficaria louco, mais que o Borat.

E eu que já tinha esquecido como era procurar lugar barato pra morar, hoje refrescaram minha memória.

Quando ligava para os proprietários para conhecer o quarto, a primeira coisa que perguntavam: "Estrangeiro... é chinês?" "Não, brasileiro." (silêncio; ajoshi/ajumma para pra pensar) "Desculpa, não queremos estrangeiro."

Uma coisa é óbvia: os coreanos tem uma péssima imagem dos chineses. Acham-nos sujos, fedidos e mal-educados. Claro, é um julgamento generalizado e preconceituoso. Eu nunca morei com chineses, mas as histórias que ouço é que os estudantes chineses aqui não limpam nada. Deixam o quarto e o banheiro apodrecer. Eu mesmo, a única experiência nojenta que tive com chinês foi no teatro (calma, não era peça adulta). Foi justamente quando minha família veio me visitar e fomos ver o musical Miso. Tudo muito bonito, mas um casal chinês que estava sentado atrás de mim, além de não calar a boca, ainda escarrava e cuspia no chão do teatro.

Isso não quer dizer que todo chinês seja porco, claro. Mas pelo jeito, desfazer essa fama não vai ser fácil. Assim como não é fácil pra gente se desfazer de estereótipos que os brasileiros carregam em vários países.

Enfim, o que aconteceu foi que os ajoshis e ajummas que atenderam não queriam chineses nos seus one-rooms. E como não sabem nada sobre brasileiros, na dúvida não queriam arriscar.

E acho que o dono do quarto que consegui alugar facilitou porque achou que eu fosse alemão! Isso mesmo. Não pela aparência, claro. Mas me ouviu falando em português pelo telefone e deduziu que tal língua era alemão. É mole?

Só que o melhor desse meu dia congelado no vento de Daehangno foi uma halmeoni (vovó) que anunciou um quarto superbarato. Resolvi conferir. Essa não fazia restrição de nacionalidade, cobrava um depósito mínimo e dizia que eu ia adorar o lugar. Fomos seguindo a halmeoni morro acima. Apesar da idade, ela era meio alpinista, porque a casa era no topo da montanha. No caminho eu já tava gostando da ideia: vista ótima, lugar exótico, luz do sol... Porém... quando lá chegamos ela disse: "o único probleminha é pra entrar no quarto." Adivinhem só. A porta ficava no chão, a escada era muito vertical e o quarto era subterrâneo. Altura do pé direito? Um metro e meio. Área? Dois por dois. Janela? Um palmo. Cheguei no País das Maravilhas! E achei o melhor lugar pra me esconder se a Coreia do Norte jogar mais bomba!

Depois o Carlos (que me ajudou a procurar casa na vizinhança, já que ele mora lá) me perguntou pela foto. E até agora não sei como me esqueci de tirar uma! Contando parece mentira.


Dress code embigodado na Escola Alegria

Ontem fomos soltar a franga lá na Escola Alegria pra esquecer um pouco deste final de semestre que está pintando meus cabelos de branco (e arrancando os de outros).

Além da noite divertidíssima, ainda tinha o dress code para entrar: usar um bigode! Não me perguntem o motivo. Só sei que todo mundo fica com a cara mais engraçada de bigode.

Carlos, Juliano, eu, Briza e Gustavo.
E disseram que fiquei a cara do Borat. Nada a ver.

Pra não dizerem por aí que tô com preguiça de blogar

Quando eu acho que tô esquetando nesse troço que se chama mestrado, cai a ficha que tenho apenas sete meses para fechar a conta, passar a régua e apresentar minha dissertação (que, aliás, já foi "outlineada", rasgada e recomeçada umas 17 vezes, sem luz no fim do túnel por enquanto).

Esta postagem é só pra dar um de Juliano e postar umas tiras do PhD Comics que fazem qualquer pós-graduento se sentir melhor (sofrimento coletivo é sempre menos sofrido). Então aqui vai a realidade hierárquica com os professores. Ai, que novela pra fazer umas perguntinhas ou sugestões para um professor...

(Média de tempo para escrever um email.
Professor: 1,3 segundos. Pós-graduentos: 1,3 dias)


E a culpa nos dias improdutivos:

Aliás, eu tenho provas e trabalhos pra entregar até semana que vem. Mardita hora que criei esse blogue e ganhei a bolsa do mestrado (ao mesmo tempo)! Vou aposentá-lo qualquer dia desses. Ou vejo vocês em 2011. Tchau.

Gestação na Coreia dura dez meses!


Ainda sobre a professora grávida. No final da última aula tivemos um happy hour e conversamos sobre, entre outras coisas, a gravidez dela. Eu já tinha escutado isso antes, mas um dos coreanos perguntou: "Quando é que a gravidez vai completar dez meses?"

Os estrangeiros da turma, claro, estranharam a pergunta. E como o coreano insistiu que o período total de uma gestação é de dez meses, não puderam evitar os risos.

A gringaiada aqui pega no pé dos coreanos com os números. Eles inventam contagens estranhas, como a idade. Aqui, você nasce e já tem um ano de idade, e completa dois anos no dia 1° de janeiro do ano seguinte. Ou seja: se a criança nasce dia 31 de dezembro, no dia seguinte já tem dois anos.

Mas isso não tem nada a ver com a duração da gestação. Para qualquer coreano que você perguntar qual o duração normal de uma gravidez, ele vai responder categoricamente que são dez meses, e não nove, como nós normalmente dizemos.

Na primeira vez em que ouvi isso, pensei nas possibilidades: 1) eles fazem mais uma das contas malucas que só eles entendem, ou 2) as ajummas são tão fortes que conseguem segurar o moleque dentro da barriga o máximo possível, para ele crescer mais e não ser humilhado por ser baixinho depois de nascer.

Só me esqueci da resposta mais óbvia: são dez meses no calendário lunar! Só isso. A gestação humana dura cerca de 280 dias. Cada mês lunar tem 28 dias. Ou seja: dez meses!

O problema é que com a ocidentalização parcial dos sistemas no oriente, são pouquíssimos os coreanos que sabem te explicar essas contas. Até perguntei pra uma coreana (que, obviamente, nunca engravidou): "Então, sendo dez meses, se você engravidar no dia 1° de janeiro, seu filho deve nascer dia 31 de outubro?" Ela fez as contas, com cara de confusa, e disse que sim.

Mas a melhor explicação foi de um outro coreano: "Olha, nós coreanos somos muito tímidos, por isso ficamos mais tempo do lado de dentro, bem escondidos!"

Roupa de astronauta


Semana que vem teremos a última aula de uma professora que está grávida de oito meses.

Eu: O que você acha da gente fazer uma vaquinha e comprar um presente pra professora?
Coreana: Tipo o quê?
Eu: Sei lá, coisa de bebê. Roupa...
Coreana: Ah, sim! Vamos comprar roupa de astronauta!
Eu: Roupa de astronauta??
Coreana: É assim que chamamos aquela roupa de bebê recém-nascido na Coreia.

Caí na risada!

Coreana: Como vocês chamam isso no Brasil?
Eu: "Macacão."
Coreana: O que significa?
Eu: "Big monkey."

Ela caiu na risada.

Eu na KBS TV e três países com bola na bandeira

Falta de tempo. Final de semestre tem que matar um leão por dia. Fica aqui então mais um vídeo que esqueci de postar antes. Foi uma breve participação minha na KBS TV no início de novembro, na qual eles falam sobre três países que têm círculos na bandeira: Brasil, Japão e Coreia do Sul. Se bem que a Coreia do Norte também tem um círculo em volta da estrela... mas enfim.

Sem querer dar um de metido a estrela de TV, já tô me cansando desse negócio de aparecer na telinha aqui. Tomaram umas duas horas do meu dia (cheio de coisa pra fazer), nem me pagaram um kimpabzinho, me esforcei com meu coreano meia-boca pra falar um monte de coisa interessante sobre as várias culturas do Brasil que não fosse carnaval, samba e índio da Amazônia, aí no final eles cortam tudo, colocam só as partes óbvias e reforçam o estereótipo.

E ainda vem a japinha logo em seguida e me humilha na fluência em coreano... :)

Salada de vídeos

Uma imagem vale mais que mil palavras. E que tal muitas imagens, em forma de vídeos? Filmei esta cena hoje, às 9 da manhã, indo para a aula. Mais uma campanha para as eleições estudantis...


E outro dia descobri este canal coreano que só passa coisa da TV brasileira. Algumas novelas parecem ter sido importadas via México:


Também abrimos o canal da TV KOBRA. Os vídeos vão aparecendo assim que der. Abaixo segue um trailer das nossas pasteladas, e o piquenique do início de outubro.



Qualquer dia volto pra escrever um post decente. Prometo.

Trouble, trouble, trouble...

Com exceção aos fins de semana, tenho vivido confinado no campus da universidade ultimamente. E tem uma rádio aqui, que se pode ouvir pelas várias caixas de som escondidas nas árvores, que toca as maravilhas do k-pop 24 horas por dia, 7 dias por semana, 31 dias por mês (inclusive fevereiro), 366 dias por ano (inclusive anos não-bisextos).

E a pérola k-popística deste ano que repetem sem parar, tipo as "músicas carnaval do ano xxxx" no Brasil, é a tal da "Hoot", das menininhas do grupo "Geração das Raparigas" (versão português de Portugal). E por que é que eu tenho que escutar isso todo dia, e ninguém compartilha do meu sofrimento? Então fica aí o clipe. Assista-o de hora em hora e seja solidário a mim.


E tem uma análise técnica do vídeo-clipe, feita pelo casalzinho colorido do Eat Your Kimchi. Vê aí.